A Prophetic Prescription for Course-Correcting Away from Ecological Catastrophe and Toward Human Happiness

“The final and absolute test of good government is the well-being and contentment of the people — not the extent of empire or the abundance of the revenue and the trade.”

The polymathic British naturalist Alfred Russel Wallace (January 8, 1823‐November 7, 1913) is best known as the man evolution left behind. While Wallace arrived independently at the theory of natural selection and while the paper about it he jointly published with Darwin in 1858 fomented the publication of On the Origin of Species in 1859, it was Darwin — who had kept his controversial ideas under wraps for years, until Wallace gave him the courage to go public — that took the laurels of evolutionary theory. But Wallace holds a different, long overlooked distinction, the cultural impact of which might well shape the evolution of this planet’s living future more profoundly than the evolutionary history of its past

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The affective turn – theorizing the social

“The innovative essays in this volume . . . demonstrat[e] the potential of the perspective of the affects in a wide range of fields and with a variety of methodological approaches. Some of the essays . . . use fieldwork to investigate the functions of affects—among organized sex workers, health care workers, and in the modeling industry. Others employ the discourses of microbiology, thermodynamics, information sciences, and cinema studies to rethink the body and the affects in terms of technology. Still others explore the affects of trauma in the context of immigration and war. And throughout all the essays run serious theoretical reflections on the powers of the affects and the political possibilities they pose for research and practice.”—Michael Hardt, from the foreword.
In the mid-1990s, scholars turned their attention toward the ways that ongoing political, economic, and cultural transformations were changing the realm of the social, specifically that aspect of it described by the notion of affect: pre-individual bodily forces, linked to autonomic responses, which augment or diminish a body’s capacity to act or engage with others. This “affective turn” and the new configurations of bodies, technology, and matter that it reveals, is the subject of this collection of essays. Scholars based in sociology, cultural studies, science studies, and women’s studies illuminate the movement in thought from a psychoanalytically informed criticism of subject identity, representation, and trauma to an engagement with information and affect; from a privileging of the organic body to an exploration of nonorganic life; and from the presumption of equilibrium-seeking closed systems to an engagement with the complexity of open systems under far-from-equilibrium conditions. Taken together, these essays suggest that attending to the affective turn is necessary to theorizing the social.

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Aging Our Way

Aging Our Way follows the everyday lives of 30 elders (ages 85-102) living at home and mostly alone to understand how they create and maintain meaningful lives for themselves. Drawing on the latest interdisciplinary scholarship on aging and three years of interviews with the elders, Meika Loe explores how elders navigate the practical challenges of living as independently as possible while staying healthy, connected, and comfortable. While most books on the subject treat old age as a social problem and elders as simply diminished versions of their former selves, Aging Our Way views them as they really are: lively, complicated, engaging people finding creative ways to make their aging as meaningful and manageable as possible. In their own voices, elders describe how they manage everything from grocery shopping, doctor appointments, and disability, to creating networks of friends and maintaining their autonomy. In many ways, these elders can serve as role models. The lessons they have learned about living in moderation, taking time for themselves, asking for help, keeping a sense of humor, caring for others, and preparing for death provide an invaluable source of wisdom for anyone hoping to live a long and fulfilling life. Through their stories, Loe helps us to think about aging, well-being, and the value of human relationships in new ways.

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Resistência e Participação em tempos de pandemia

Observatório criado por movimentos feministas, antirracistas e de Direitos Humanos denunciará retrocessos, fará pressão política e fortalecerá redes de solidariedade. É um caminho para enfrentar ofensiava antidemocrática do governo.

A participação social no desenho e na execução de leis e políticas públicas é um pilar da democracia, previsto na Constituição de 1988. Os movimentos de mulheres e feministas sempre foram ativos e atuantes em diferentes frentes. No legislativo federal, por exemplo, são décadas de monitoramento e incidência para a aprovação de legislações não discriminatórias. Estivemos presentes, por exemplo, em debates e votações, apoiando a construção de uma representação coletiva das mulheres parlamentares, que se concretizou na Bancada Feminina no Congresso Nacional.

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Como o Estado violenta as meninas e mulheres

Apenas 42 hospitais realizam procedimento legal no Brasil, enquanto há 500 mil estupros por ano. Grupos religiosos propõem punitivismo — mas solucionar violência estruturante exigirá ensino de sexualidade e igualdade de gênero nas escolas.

O caso de uma menina de 10 anos que engravidou em decorrência de estupro trouxe à tona mais uma vez o debate sobre o direito ao aborto e sobre o enfrentamento à violência sexual no Brasil. O contexto foi bastante cruel: violência sexual cometida no âmbito doméstico durante anos por um homem da própria família.

O Brasil tem, há mais de 80 anos, uma legislação que garante o direito ao aborto em caso de gravidez decorrente de estupro e risco de morte para a gestante. Em 2012, por decisão do Supremo Tribunal, o direito ao aborto foi assegurado também para o caso de fetos com anencefalia, uma má-formação do cérebro que inviabiliza a vida extrauterina. Subsequente ao Código Penal, há um arcabouço de leis, como a Lei 12.845/2013, que dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual, e diferentes normas técnicas do Ministério da Saúde que tratam da violência sexual e regulamentam o acesso ao aborto legal. Alguns exemplos são a norma técnica (NT) que versa sobre a Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes – 1999 e reedições atualizadas, e a NT de Atenção Humanizada ao Abortamento – 2005 e reedições. Além dessas, há toda a legislação que salvaguarda os direitos de crianças e adolescentes, a exemplo do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990 e reedições.

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Violência contra as mulheres: o passado ressoa no presente

Até aparentes avanços têm origens machistas: garantia ao aborto em caso de estupro, nos anos 40, era para proteger moral da família. O viés machista da Justiça precisa ser enfrentado. Um manifesto pelo direito à vida das mulheres.

Neste 25 de novembro, Dia Latino-Americano e Caribenho de Combate à Violência Contra as Mulheres, lembramos dos desafios que ainda estão colocados para que meninas e mulheres, cis ou trans, vivam uma vida sem medo de serem violentadas, agredidas ou assassinadas.

O aumento do número de casos de violência doméstica e sexual durante a pandemia é um triste retrato de uma sociedade que nos impõe o medo. Dia após dia, os noticiários nos lembram que pais, padrastos, tios, avós, são potenciais agressores. O lar pode não ser um espaço seguro, uma realidade que contradiz a necessidade de isolamento social que ainda temos.

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Acquisti compulsivi nel disturbo da accumulo

Quale relazione c’è tra attaccamento, acquisti compulsivi, intolleranza al disagio e tendenza ad antropomorfizzare gli oggetti confortanti?

Il disturbo da accumulo si caratterizza per l’incapacità di scartare beni e dal disordine conseguente che arriva a compromettere l’uso della propria abitazione (American Psychiatric Association, 2013).

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Workaholism: le conseguenze della dipendenza da lavoro

La persona con workaholism ha uno stile di vita assolutamente inflessibile e compulsivo, arrivando ad ostacolare e sacrificare i rapporti interpersonali.

Cosa porta un individuo a sviluppare il bisogno di lavorare incessantemente arrivando addirittura ad oscurare la propria vita privata? E quali potrebbero essere le conseguenze che tale dipendenza comporterebbe nella vita del dipendente da lavoro?


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Hacer o no hacer: la importancia de la ética en la enseñanza

“Ser o no ser” es una pregunta clave en la filosofía. Pero no menos relevante es la pregunta de “hacer o no hacer”, otro de los tópicos centrales de la filosofía: remite a la capacidad del ser humano de actuar de maneras distintas y, por tanto, de responsabilizarse o hacerse cargo de ello. Es la pregunta de la ética.

Preguntarse y pensar sobre aquello que hacemos y que tiene un impacto en nuestro entorno, personal, familiar, social y natural es interrogarse por nuestra vida moral. Atribuimos una responsabilidad moral a las personas en función de su capacidad para actuar de una manera u otra y por ello la libertad es una condición necesaria para la vida moral.

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Girls, women, and intellectual empowerment

Women and intellectual disempowerment

Though we may wish to think it otherwise, women and girls are still routinely silenced and excluded from positions of power, expertise, leadership, and full participation in the public sphere.

Ample empirical evidence supports this claim. In the classroom, girls and young women are regularly silenced. Teacher biases can lead to teachers spending up to two-thirds of their time with male students. Teachers also interrupt girls more frequently and allow boys to speak over them. Students themselves play out these gendered assumptions and normalizations and boys believe girls talk too much, when in fact, boys speak far more often, and more authoritatively, than girls.

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